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Promos audiovisuales de Compartir

Este artigo é um resumo da experiência de uma pesquisa de videos na net (especialmente no youtube) com as palavras compartilhar, partilhar ou compartir mais (e ainda) «música, animação, tudo, etc».

Esta práctica de usar a «partilha» como eixo central da mensagem que se quer mostrar, faz que os productos audiovisuais tenham uma pressão adicional para que tenham uma alta qualidade de edição, porque a palavra «partilha» tem uma grande conexão com uma energia que todos levamos bem dentro. A «Partilha» tem uma alta qualidade conceptual em si mesma. Por exemplo, encontramos uma alta carga de significado tanto ao ver videos para crianças, como videos para adultos . Também encontramos videos que mostram uma visão de partilhar como algo mais integrado na nossa cotidianidade e sem essa polarização de criança – adulto, mas todos eles mantêm a grandeza do significado do «partilhar«. Por exemplo, e como caso bastante fora de tópico neste artigo, esta é uma fotomontagem (download nao partilhado) de um convite a «compartir una ciudad» através de fotos.

 

Compartilhar

Os audiovisuais sob o título compartilhar que procurei no youtube estão quase todos associados a uma premissa religiosa: «compartilhar é dar, amar (a jesus)». Desta pesquisa com «compartilhar» gostava de realçar este video com música feito para crianças lutadoras: E neste outro video mostra-se uma casa da rede fora do eixo, onde «se compartilha tudo»

 

Partilha

Com a palavra «partilha» torna-se mais visível a polaridade cultural histórica de associar um tipo de «partilha imaterial» para adultos para ser mais sábio (neste caso com interpretações menos religiosas, coincidindo com resultados de obras audiovisuais feitas por portugueses) e outro tipo de «partilha material» para ensinar crianças a serem eficientes. Dentro deste contexto vemos novas gerações de audiovisuais sem complexos desta polaridade, como no caso do video da casa fora do eixo, mencionada anteriormente. Podemos observar outro exemplo interessante, inclusivo e «atual» numa banda de Guimarães (Portugal) que decidou chamar-se Projeto Partilha, Canção Escolhas. Já existe um filme (trailer) que se chama «a partilha» e tem como guião a partilha de uma herencia entre irmãs que estão a morar na casa que devem vender. Também este anúncio comercial (bastante engraçado) pretende mostrar as soluções prácticas que podemos considerar para solucionar os problemas que aparecem na nossa vida quando partilhamos tudo A lembrança e intenção de reconexão com hábitos de partilha do antigamente , no contexto de uma campanha promocional privada

 

Compartir

Quando procuramos «Compartir«, aparecem mais vídeos sugestivos, e muitos mais ainda relacionados com a infância. Alguns dos vídeos mais actuais, tentam integrar estes dois mundos: o imaterial adulto e o material infantil. Este é provavelmente o melhor de todos. Experimento compartir (completo)

 

Pedagogia explícita com a partilha

As músicas ou montagens de vídeo para crianças (espontaneidade) são feitas por adultos (racionalidade), aqui numa tentativa de definir o compartir com lírica reflexiva e com grafia e música infantis Há mais videos pedagógicos com bastante vontade de ordem social. Este (e outro similar) e este (muito bom) também são mais uma fotomontagem do mesmo género. Nesta entrevista seguinte assistimos a uma explicaçao de uma pedagoga sobre a evolução das diferentes tendências de partilha que encontramos em crianças desde os 0 até os 5 Plaza sésamo é um grande ícon da pedagogia infantil, e tem vários capítulos que pretendem ensinar a «compartir melhor» de uma manera bastante racional   Destes, saliento um com especial interesse porque aprofunda o problema do receio a «vai-se estragar se emprestas»

Partilha lírica para crianças com música

Os pimpollos: Provavelmente o video mais ambicioso ou épico de todos… Este, um simpático: Todos los perros van al cielo: E este pretende desenvolver mais inteligencia de partilha nas crianças através dum delírio Outras músicas redundantes nesta vibração, como esta À parte das animações coloridas para crianças, podemos encontrar alguma música coreografiada bastante animada com pessoas reais. Ou esta música, cheia de instrumentos e mais centrada em compartir para ajudar aos mais pobres

 

Partilha adulta em músicas

Os próximos videos comunicam uma vontade de sentir ou viver esse amor que levamos dentro partilhando, sem estarem associados a uma religião. No próximo é interesante ver como o autor, além de escolher uma pessoa singular como referência dessa vontade de amar, fala de «quiero compartir con alguién» Ou este parecido, mas este já mostra «quiero compartir contigo (amarte a tí)«. De outra forma começam a ver-se vídeos mais amadores de músicas de rap ou de intervenção, tentado mostrar com recursos humildes o conceito da partilha de um modo já bastante naturalizado.

 

Partilhar amor (corpos)

No partilhar mais interno, a famosa boneca Barbie já dizia que «el amor es para compartir«, mas vamos ver um vídeo que tenta mostrar a possibilidade de poder «partilhar tudo«, incluido o corpo Entrevista a pessoal que vive no poliamor, e que estan a partilhar tudo

 

Partilha em anuncios comerciais

O conceito da partilha interessa principalmente a empresas da conectividade sejan de telecomunicaçoes em geral tipo Movistar («Compartida la vida es mas«), Claro («Compartilhar«), Tmobile («life is for sharing«) ou incluso Mastercard («compartir porque si, no tiene precio«). Este é mais no tópico da «cadena de favores«, mas é fixe e relacionado

 

Partilha em apresentaçao do projectos

Temos casos de actualidade interesante como estas apresentaçoes de projectos por començar. Este é ambicioso pero difuso («o medo de partilhar tudo«), este mais elaborado y claro («compartilhando paixoes«). Documentario de uma ruta em bicicleta por la protecçao das sementes criolhas («projecto compartilha ciclovida«), ou uma apresentaçao dum «altercambio, compartir es bueno«. O conceito de: «partilha coisas que sejan significativas e utiles para as pessoas, alem de datos da tua vida com os teus amigos» pode-se ver em videos tambem bem elaborados que como este tenta-nos mostrar o contexto da palavra «crowdlearning» donde numa entrevista com mais profundidade a uma das fundadoras nombra-se a «partilha de informaçoes, de ideais, incluso de dinero«. Compartiresvivir.org tenhe um video explicativo moito bom e uma escola marista fiz esta música e fotomontagem interesante. As redes de partilha de bems físicos construidas a través da internet mais significativas sao redes de partilha de um tipo de bems específicos só, estando um pouco isoladas entre elas (sem estar federadas com outras redes de outros tipos de bems ou serviços). Os casos de este genero mais populares sao, tal vez, as redes de hospitalidade (couchsurfing ou uma versao partilhosa da organiçaçao promotora da rede: bewelcome, etc) ou as redes de partilha de viagem em carro (blablacar, sincropool, etc). Outros organizaron uma «sharing week» com um experimento efímero chamado yocompartiria.com As redes de partilha integral, tipo redes de apoio mutuo, cooperativismo colectivista ou relacionados nao redifican-se tanto a través da internet, nem senten de usar o conceito de partilha como eixo central da sua mensagem. Estas redes sao inciativas mais presenciais para já, por isso nao producen moito video se calhar.

 

Partilha nas redes sociais

Nas redes sociais online, «partilhar» é parte importante da apresentaçao de quase todas. O mensagem esta a dizer: «Partilha como usuario datos da tua actividade vital» O simple feito de tu publicares contiudos na net daz um valor aos mantenedores do serviço. Eles conseguen a posibilidade de saber quales sao as tuas vontades, e assim, depois poden «partilhar» as tuas coisas com as grandes companhias de publicidade, as quales precisan de saber das preferencias dos usuarios para ofrecer productos que tenhen alguma certeza de que a pessoa que está a ver vai estar de algum jeito interesada no que están a intentar «vender». E por isso que os directivos da majoria das chamadas redes sociais, nao estan a partelhar contigo o desenvolvimento da aplicaçao (os softwares nao sao livres). Algumas (facebook, google+, etc) fican com os dereitos de explotaçao dos contiudos adicionados por ti. Outras como twitter preferen respeitar os teus dereitos sobre o material adicionado e inda encima animante a que «partilhes» o material livremente (deixar copiar, redistribuir, etc), porque para eles ja sao suficientes os beneficios adicionais que o seu producto ganha por a tua acçao de partilhar informaçao com outras pessoas alí. Seguindo lógicas interesadamente comerciais, estanse a criar outras redes sociais privativas tipo 6yx ou rippln onde como utilizador vas a conseguir puntos por «partilhar o teu contiudo» que logo poderas trocar para conseguir recursos materiais concretos.

 

 

Partilha em projectos globais

A um nivel global, a «partilha» trata-se moito a volta das creaçoes digitais. Por exemplo, em videos promocianais a volta de «sharing ideas«. Ou em apresentaçoes de projectos ja a funcionar para partilhar obras digitais com as creative commons, onde falan de definir uma «shared culture» ou na cultura livre. Ha outros sites com videos como no ouishare fest, este é duma oficina que tenta definir «sharing economy» Aqui um video intro valente de peers.org A compartiva (shareful), que ainda não començou a ser implementado interactivamente mas tenhe moito avançado, mas a um nivel mais práctico, tentando implementar estandares parecidos aos das creative commons, mas dirigidos para a «condiçoes e maneras para facilitar a partilha de todos os objetos» Podes (eu vou a 🙂 continuar a procurar videos mais específicos onde se mostre o «partilhar» como o seu mensagem central em material audiovisual. Se queres seguir a procura, recomendo visitares a categoria de audiovideos da wiki ou contacta conmigo, e vamos lá partilhar mais alguma coisa. beijo, ate já

 

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Poesia

Poema: BuscAmor

Al despertar
en posición fetal
todos los dias
horas antes
de levantarme
mi cuerpo se va.
Desde el pecho será que se va
porqué un nudo en la garganta hacia abajo
y otro en la boca del estomago hacia arriba
frenan a mi cuerpo que se vá.
Luego gracias a mi tercer ojo
junto al segundo chackra
reconozco que la busco..
Mi cuerpo se va a buscarla
en sueños ha estado con ella
o es que solo se acuerda del enganche
tal y como le recuerdan las endorfinas
que evitan a mi mente ahogarse de tristeza
y que exploten mis intestinos de rabia.
Si,
por la mañana,
al despertar,
todos los dias,
hace mucho demasiado ya,
mi cuerpo se va
también a la noche se va
cuando los ojos desean acompañar a la oscuridad
de arriba a abajo que se va
cuando los ojos desean acompañar a la luminosidad
de abajo a arriba que se va.
Llamame tonto, exagerado,
flipado, llorón o charlatán!!
pero aunke si, no, capuyi… no….
solo soy un chupón evolucionado
que gracias a mis ganas de amar y los impedimentos
veo cuan planta autómata soy
cuan animal en la mierda estoy
y cuan bestia humana toca hoy

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Poesia

Poema: JuntaEsencia

Juntarnos
Hablar
Celebración
Divina

Mas énfasis

Teatro
Drogarse
y decoración
de grafia
y cultos

Reunión en el salón de la casa-cueva
con ancestros animales amistados
y analogias simbólicas femeninas
por las paredes resaltan de cerca

Asi keda facil y potente fortalecida
mas ke solo con nuestros muertos
la esta sufrida de acá nuestra vida

A su opuesta nadie la kiere ni keria
pero no se afrentan a ella por opuesta
por complementa, mucho se le respeta

La enemiga no fueserá la muerte
enemistad fueserá al poco luego
kien con todo esto secta
a la muerte misma

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Research

Tokenization secures the network, WTF!

This is a post valueing and criticizing the centralization focus trend put on acknowledgement for developing decentralized technologies.

P2P technologies rely in users that are active in the network to become servers of the network, this way the platform has the lesser point-of-failure of the central servers or administrators.

Nowadays there is a lot of P2P development focused in the blockchains (P2P networks focused on acknowledging interactivities). Cryptocurrencies exchanges are updated Stock Exchanges, but they are just a more seeable output of the decentralizing pole of things. Overall, there isn´t less use of legal tenders. Also, there is more pressence of subtle and macro energy focused on centralization (i.e. Bitcoin is a very old technology compared with XYZ but leads the CryptoMarket by far) and legal tenders. CryptoExchangers are thinking and talking a lot about the legal tenders, so giving them a lot of importance regardless of them trying to oppose them with arguments that any CryptoCoin is better than a legal tender, because he will anyway be subtly and macro believing the his-her CryptoCoin will be as better as more fungible will be with a legal tender (more «price» the Coin has).

Bitcoin is an old technology, and a centralized one within the decentralized world. Many people get to know P2P decentralization thanks to Bitcoin implementation. But by centralizing your hopes and doings for decentralization in bitcoin raising its marketprice you are leaving such decentralization intention. P2P acknowledgements features are centralizing the decentralizing world. 

One resulting flaw here is that with proof-of-work blockchains (i.e. Bitcoin) rise an overloaded competition (with waste of energy and elitism). If the system needs 100, we only need 100, but we accept the competition between the 1000 because that is what assures us to reach the 100 (and so be maintained). But would you want to accept 1000000 or uncountables for maintaining such 100 need?

This is not only a waste a thermodynamic energy, one wonders here how much this greedy intentionalism is affecting the environtment ground, because everything we wish vibrates the mesh from below we live in above.

There are hundreds of developed p2p blockchained networks, all having the foundational stand of: «Tokenization secures the network«. But such «p2p tokenization» is given because of brute force (mining) while the tokenization is developed within the addings of contents within the networks. Too much focus on getting money by brute inputs don´t let you care about evolving more humanistic inputs. Brute maintenance is a need, we could have a x10 assurance of it, but the rest of worry should go into evolving better inputs further than the brute ones.

Nowadays, is worth for every good idea of a networkable value to have its p2p blockchain. We need to focus more on contents  that should make our livings with materialities more sustainable for al, while enough but less on its fungibility or less with moneys. Competition for adding more loveliness in the form of structured content is worthier than competition for more brute force tech.

There are a few popular P2P tools for daily life, while there is an increasing ammount of P2P blockchains. And blockchains are P2P tools that will never probably feature a rich social network, because overrating acknowledgements needs brings a lot of coding load complications.

There are efforts in making blockchains scalable to get to feature whatever computing, but they are still attached to the dubious thought of: «I want a facebook in my wallet» (the wallet-as-a-network architecture thinking), instead of the more logical reasoning of: «p2p for a network, with an integrated multicryptocurrencies wallet in it«, altough the more popular architecture approach today is probably the chat-as-a-network (whatsupp, wechat, etc).

In the other hand, there is not a very ready to use p2p social network (more careless about acknowledgements) because there are not enough developers commited to do so (most of the heat is put on acknowledgment features…).

 

Why we dont have a rich p2p social network yet

Note: I don’t want to deprecate efforts like status or akasha projects within ethereum in favor of other more pure p2p based like holochain, secushare or retroshare. I just don’t get their technicallities well enough myself (and haven´t found anyone wanting to implement the flove standards there).

There are many geeks that have got rich with the cryptocurrencies. Also there are thousands of programmers into p2p blockchains, but not even a suffered dozen of people commited to develop an alternative to facebook in p2p.

What is really happening here is that we don’t care about p2p if there is not dollars-in-the-middle because have a comfortable life with the combination of (warning: sarcasm in):

I like Twitter more than Facebook. We don’t really need yet a better place for our free data to thrive, the giants will do the job of improving my networking options by developing more features for me-us. We just need to challenge legal tenders hegemony…

Other more «activists» could even say or believe that if money fail, we will have their tokens to be able to exchange things, without foreeseing that if classical money fails, possibly there won’t be internet, or people won’t exchange through the internet, or simply won’t trust referrals from tech tools that are non internet dependant. If central money would fail, we will either come back to a jungled society or to currencies that will be backed in real Goods, and not in any fiduciary chain from the pre-money and internet 1.0 crash.

The blockchains are a beautiful breakthru for letting anyone to choose which global currency (s)he is more comfortable with. We need blockchained currencies to exchange daily things with, while we haven’t developed economic alternatives (really smart contracts…) to make the stingy exchange not that much valueable in our lifes. 

Exchange is the less rational evolutive option between all the posible ones for the transfer of the use of a thing (See it last at floves taxonomy). Apparently paradoxically, exchange being the lowest realm where to pump love from implies that Lovely exchanges should be the most sophisticated actions (becuase of their higher difficulty to achieve so).

So we need a p2p network that offers a certain usability where exchanging will be considered the lowest (lovely, acknowledged) action there. See flovecoin

 

 

Curating content

We need curating (moderating) content to avoid sybil attacks and spamming in an environtment that is censorship resistant as any p2p tool by design is.

P2P Networks such as OpenBazaar propose to solve this problem with their own Ethereum-based (OB)Tokens manually distributed among trusted parties-persons. While that could be a decent patch (as moderated and premined tools like faircoin are), we can and have to keep thinking about better ways to «curate content» in P2P networks without having to come to the thought of: «Spammers won’t spam us because it will cost them too much money (in our tokens) to do so«. Some ideas:

-Register/Log in per invitation (looks centralizing, but a social graph could be enough)

-Do some task for registering (seeing this as slavery is a posh appeal to pitty fallacy)

-Curate affinities contents only (As in XS identities in RetroShare…)

-See only content that is curated up to certain ammount

-Watch x time a page, and then is validated as curation

My 2 cents, let’s keep the heat on about the free network we wish to have.

 

 

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Research

Free BigData

FREE BIG DATA

There is a basic principle who all of us will agree to:

-We should have Full Privacy by Default in our applications because Data can only be valued as really Free and Personal if everyone has the primary right of not sharing it at all. But if anyone wants to make it public, or donate it to some pool, (s)he should be able to do it, and you are free to don’t talk to him-her because of that, since you don’t want to publicize your data through the interaction, and all this is perfectly fine (morally positive in all possible cases).

Some cypherpunks raise their concerns about BigData. But BigData is not the problem, BigData is the jewel, and we should care lots more about it. BigData is just a buzzword that points to a «a lot of data». The problem here is that the actual cases of where there is BigData (the pools who actually have «a lot of data») are pools where the data is extracted, manufactured and offered with opaque purposes of commercial adverstisement and social control. So BigData buzzword has already a bad reputation for trying to be defended as a positive thing.

But hey, as we do with many other things that get corrupted in life, let’s adjetivize it with «free», to showcase BigData positive cases.

Some people could even think that BigData can’t be positive at all, since it’s too Big, and we don’t need that Bigness for Data at all. The moral distinction between «a lot of» and «enough» ammount of data overall for a machine to manage is a very interesting topic to investigate, but it is not the point for now, since the free and flovy data pools we have now are not any big. So let’s postpone the taking of a which stand about  how much of «a lot of data» should we wish to manage.

Other criticisms say that it will be morally fine if «just your friends should have have the data you upload and not the whole of the world«, but i would frame that stand in your freedom to be able to tune your data contributions this way, and not as a needed moral forcing to everyone having to do that. This could also be a perfect choice for everyone in a post FreeBigData scenario, but we shouldn’t be chauvinistic in this point today, since as said above, since we have very poor pools of Free Data, and more importantly, we shouldn’t be afraid of increasing people’s decission making options.

 

Personal data is something very cheap to produce, and if it will be better (more freely) managed and shared, that could bring us to very much independent scenarios, one of those is possibly the technological positive singularity, since when you could think your personality could last longer than your body with a YourChatbotOfYou you don’t fear death that much anymore, and also when meaningful human relationships increase (something Free BigData could help achieving), the power over from intermediary authorithies automatically decrease.

MyFlove wants to cute the relation we have with data, and the amazing achievements a more appropiate relation with it can do to us. We overally are not enough aware about how much richness can give us our data, and because of our unawareness, others get rich with our data and give you nothing but invasive commercial advertisements.

At Myflove we want to do a u-turn to this culture. We have been too careless about the importance that our personal data has for developing us a persons, community and society.

Noone at that time could expect what the printer caused to society. The same will happen with Free BigData. Imagine what could happen if facebook was to let you customize your river algorithms, having cross content categories with twitter, or giving you food per reading and commenting. We don’t need facebook leting us doing it anymore, we can do it by having your facebook dumped and crawled in-with MyFlove through its community of crawlers that are incentivated to develop crawling there because the user will get the more meaningful suggestions about relations, and never an invasive profit-based advertising.

 

For trying to pre-analise uthopical scenarios, we need sci-fi culture. Nowadays sci-fi is overfocused in disthopies, and uthopies in this line of thinking could clarify debates and save us lots of documentation efforts too. You can have a look at one explored example called Flove Army.